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Saúde

Nova regra não garante reajuste menor aos planos de saúde

ANS afirma que mudança reflete a realidade "com mais precisão", mas diz ser "impreciso" cravar que a alteração resultará em índices menores de reajuste

nova regra de reajuste dos planos de saúde individuais aos consumidores brasileiros, apresentada na última quinta-feira (20) pela ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), pode não garantir uma variação menor no valor dos convênios médicos a partir de 2019.

Atualmente, os cálculos são baseados a partir de uma média aritmética do aumento dos planos coletivos com mais de 30 beneficiários.

Com a mudança, 80% dos reajustes dos planos de saúde individuais serão definidos pela variação das despesas médicas das operadoras. Os demais 20% estarão atrelados ao IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), a inflação oficial da economia brasileira.

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