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Polícia

Justiça concede habeas corpus, mas João de Deus continuará preso

Decisão do Tribunal de Justiça de Goiás diz respeito à prisão preventiva pelas armas irregulares apreendidas em casa em uma busca policial no dia 19

A Justiça de Goiás concedeu, nesta quinta-feira (27), um habeas corpus ao médium João Faria de Teixeira, o João de Deus, no caso do porte ilegal de armas. A decisão é do juiz plantonista Wilson Saflate Faiad, que destacou a idade do médium, bem como a “saúde extremamente debilitada”.

A informação foi confirmada pelo advogado de defesa de João de Deus, Alberto Toron. Segundo o Jornal Opção, a decisão libera o médium para a prisão domiciliar, com diversas condições como o pagamento de uma fiança no valor de R$ 1 milhão, monitoração eletrônica e o recolhimento do passaporte.

No entanto, João de Deus continuará na cadeia. Isso porque a decisão da Justiça goiana diz respeito exclusivamente à prisão preventiva por conta das armas irregulares, apreendidas em sua casa durante uma busca policial no último dia 19. João de Deus, porém, ainda responde às acusações de abuso sexual contra centenas de mulheres.

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A defesa do médium já entrou com outro pedido de habeas corpus contra essas acusações, mas o pedido foi rejeitado em primeira instância pelo STJ (Supremo Tribunal de Justiça) e agora será analisado pelo presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), ministro Dias Toffoli.

Leia a nota, na íntegra, da defesa de João de Deus:

“O plantão do Tribunal de Justiça  de Goiás deferiu liminar em Habeas Corpus impetrado pela defesa de João de Deus, relativo à prisão decretada em razão das armas apreendidas em sua residência quando da busca e apreensão determinada pelo juiz de Abadiana-GO. O ilustre magistrado plantonista Wilson Saflate Faiad, ao deferir liminar, ressaltou na decisão que o paciente, além de idoso, encontra-se com a saúde extremamente debilitada, conforme documentos comprobatórios anexados  à impetração. A defesa de João de Deus continuará firme no propósito de conseguir sua liberdade, para que ele possa se defender e, principalmente, cuidar de sua saúde, que requer cuidados médicos indispensáveis.

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