Bacabeira

Contratos suspeitos devem motivar afastamento e cassação de Tchabal

Presidente da Câmara de Bacabeira pode ser afastado por 180 dias

Depois que veio a tona o caso suspeito do contrato nº 07/2017, pregão presencial 007/2017, processo administrativo 1003.01/2017, onde aparece como contratada, pela Câmara Municipal de Bacabeira, a empresa VLS Publicidade e Propaganda LTDA-ME (CNPJ: 09.100.565/ 0001-15), para prestação de serviços de publicidade, no valor de R$ 80.000,00 (oitenta mil reais), outras situações prometem esquentar ainda mais os bastidores da política bacabeirense.

O presidente da Câmara Municipal de Bacabeira, vereador Elias Teixeira Lima (Tchabal).

O presidente da Câmara Municipal de Bacabeira, vereador Elias Teixeira Lima (Tchabal/PROS).

O 4º PODER recebeu mais um denúncia de possível irregularidade, desta vez, em dois contratos firmados pela Câmara Municipal de Bacabeira, assinados pelo presidente da Casa, Elias Teixeira Lima (Tchabal).

Os novos contratos em suspeição foram firmados com dois objetivos distintos, um para o fornecimento de combustível e um outro para prestação de serviços de dedetização.

A dificuldade, entretanto, está em conseguir ouvir a presidência da Câmara, antes que a matéria seja publicada.

Prezando pela prática do bom jornalismo, O 4º PODER tentará, mais uma vez, contato via assessoria de imprensa do Legislativo de Bacabeira ou diretamente com o presidente da Casa, como sugeriu um vereador da base aliada.

O silêncio do presidente Elias Teixeira Lima (Tchabal) diante dos questionamentos sobre as suspeitas em relação às contratações realizadas pela Câmara, apenas serve para aguçar ainda mais a desconfiança da imprensa, da classe política e dos eleitores.

AFASTAMENTO E CASSAÇÃO DE TCHABAL

Se as dúvidas que cercam os contratos firmados pela Câmara de Bacabeira continuarem sem respostas, qualquer vereador bacabeirense poderá pedir, junto ao setor administrativo da Casa, a prestação de contas do presidente, relativas ao ano de 2017 e as cópias dos processos licitatórios. E comprovando as irregularidades, pedir o afastamento de Tchabal por 180 dias, enquanto o processo de cassação chegue ao fim da tramitação.

A pergunta que não quer calar: se não existe irregularidade na execução dos serviços contratados e pagos pela Câmara Municipal de Bacabeira, por que Tchabal e sua assessoria se calam e não esclarecem os fatos?

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