Marido mata esposa e confessa que ateou fogo ao corpo

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O pai de Letícia Helena Feitosa Bastos, de 19 anos, contou nesta segunda-feira (13) que encontrou o corpo da filha dentro de uma fossa após receber prints de mensagens que teriam sido enviadas pelo genro, Lucas Dias Costas, de 19 anos, a outras pessoas, em Anápolis, a 55 km de Goiânia. Ao ser preso, o rapaz confessou que matou a mulher, jogou o corpo no buraco, ateou fogo e, em seguida, cobriu com entulho.

 Pai de Letícia, o comerciante Robison Cavalcante Feitosa conta que no dia 23 de outubro a filha foi à casa dele dizendo que realmente ia se separar. Na ocasião, o pai chamou Letícia Helena para ir para a fazenda passar uns dias , mas ela preferiu viajar para a casa da mãe, em Uruaçu, norte goiano.

Letícia Helena foi vista pela última vez em 31 de outubro, após voltar para Anápolis. Na ocasião, ela saiu da casa de uma amiga dizendo que ia encontrar o marido para que ele lhe entregasse o filho do casal, de 1 ano e 11 meses, pois ela havia viajado para a casa da mãe, e ele viajou com o bebê para a residência da sogra da vítima.

Robison relatou que, ao questionar o genro sobre o sumiço da filha, ele disse que a deixou em um terminal de ônibus e voltou para Goianésia.

“Ele foi frio. Agiu como se nada tivesse acontecido e ainda disse que comeu um salgado e tomou um suco antes de deixá-la no terminal”, relatou o comerciante.

Corpo na fossa

Robison contou que, por causa do estado de decomposição, o corpo da filha ainda não foi liberado para ser enterrado, pois é necessário comprovar que se trata da jovem.

O filho do casal, de 1 ano e 11 meses, estava junto com o pai e foi deixado na residência da família dele. O delegado disse que acionará o Conselho Tutelar para tomar as devidas providências. O pai de Letícia Helena afirmou que pedirá a guarda do neto.

Lucas foi autuado em flagrante por ocultação de cadáver, que é um crime permanente. O delegado também o indiciará por feminicídio e solicitou ao Poder Judiciário a prisão preventiva do jovem. O rapaz está detido no Centro de Inserção Social de Anápolis.

O comerciante espera que o criminoso siga preso. “Minha família está destruída. Espero justiça. Queria saber porque ele fez isso. Queria saber o motivo”, lamentou.

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